Falta de diretrizes no ensino superior
A maioria das universidades no Brasil ainda não definiu regras claras sobre como os alunos devem usar ferramentas de inteligência artificial. Embora a tecnologia já faça parte da rotina acadêmica, as instituições de ensino superior ainda estão no começo das discussões sobre o tema e carecem de normas institucionais.
O acesso aos grandes modelos de linguagem começou a se popularizar em 2022 com a chegada do ChatGPT, da OpenAI. A lista de opções aumentou nos últimos três anos e hoje conta com alternativas conhecidas no mercado:
- Gemini: modelo desenvolvido pelo Google;
- Claude: inteligência artificial da Anthropic;
- Deepseek: ferramenta criada pela empresa de mesmo nome.
Essas ferramentas de inteligência artificial generativa ganharam espaço em diversos contextos e funcionam desde assistentes para quem programa até ajudantes em conversas de aplicativos de namoro. O setor de educação sentiu um impacto forte com a chegada dessas tecnologias, o que mudou a dinâmica no ensino superior.
Apesar do uso intenso por parte do público, as faculdades brasileiras ainda não estabeleceram diretrizes firmes para orientar o uso dessas ferramentas. A discussão sobre como lidar com os modelos de linguagem dentro da sala de aula continua lenta em grande parte das instituições do país.

