Ásia fecha em alta com impulso de chips e espera por balanços de tecnologia

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Investidores focam em resultados das big techs

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta terça-feira (27) após o bom desempenho dos mercados nos Estados Unidos. O otimismo tomou conta dos investidores que deixaram de lado receios geopolíticos para focar nos próximos balanços das grandes empresas de tecnologia e na decisão de juros do Federal Reserve.

O setor de semicondutores foi o grande destaque e puxou os ganhos na região. Na Coreia do Sul, o índice saltou 2,73% e atingiu nova máxima histórica, liderado por empresas de chips que ignoraram as ameaças de tarifas comerciais.

Destaques em tecnologia e hardware

As ações de tecnologia registraram valorizações expressivas em diversos mercados asiáticos. A Samsung Electronics subiu 4,9% e a SK Hynix disparou 8,7%, o que levou ambas a atingirem níveis recordes de preço.

No Japão, o movimento de alta também foi impulsionado por papéis de grande peso no setor tech. A fabricante de equipamentos de teste Advantest teve uma valorização de 5,9%, enquanto a Tokyo Electron avançou 2,5%.

Cenário econômico e tarifas

O mercado sul-coreano reagiu bem mesmo após o presidente Donald Trump ameaçar elevar tarifas sobre importações do país em 25%. O governo local afirmou que segue comprometido com o acordo comercial e responderá de forma calma ao anúncio.

Na China, os índices subiram após dados mostrarem que os lucros das empresas industriais cresceram em 2025 pela primeira vez em quatro anos. Esse sinal de melhora na indústria ajudou a manter o rali em Hong Kong pelo quinto pregão seguido.

Contexto dos Estados Unidos

O movimento na Ásia reflete a alta em Wall Street, onde o índice Nasdaq, focado em tecnologia, registrou o quarto dia consecutivo de ganhos. Os investidores reagiram positivamente ao crescimento nos pedidos de bens duráveis e aguardam os números das gigantes do setor ao longo da semana.

Outro destaque financeiro foi o ouro à vista, que bateu um novo recorde histórico ao superar US$ 5.100 por onça. O dólar recuou enquanto o mercado reavalia as políticas econômicas norte-americanas e os riscos globais.

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