A cidade de Évora sediou um encontro para debater o papel da inovação e das artes no desenvolvimento regional. O evento se realizou nesta terça-feira no Palácio Dom Manuel e reuniu especialistas para discutir projetos da Évora Capital da Cultura 2027 e do centro de engenharia CEIIA.
A união entre novas ferramentas e tradição ganhou destaque com os avanços locais na área técnica. O CEO do CEIIA, José Rui Felizardo, pontuou que a cidade já conta com mais de 150 engenheiros focados em desenvolver um novo projeto aeronáutico.
O autarca local Carlos Zorrinho defendeu novos caminhos para fortalecer o município. Ele apontou os seguintes focos para o desenvolvimento da área:
- Novas linhas de investimento empresarial
- Construção de infraestruturas estratégicas
- Aposta na cooperação e no talento
“Este é o tempo para fazer de Évora uma verdadeira Capital ao Sul, onde a modernidade da inovação tecnológica e da cultura possam ser aceleradas com novas linhas de investimento de empresas e infraestruturas que reforcem o papel de centralidade estratégica da cidade.”
O maestro Martim Sousa Tavares mora na cidade há dois anos e enxerga o momento atual como uma oportunidade de transformação.
“Um grande desafio em termos de dinamização de uma cultura de criação e de participação numa cidade e região onde o compromisso entre a identidade e a ambição terão que ser a marca do futuro.”
A presidente da associação Évora Capital Europeia da Cultura 2027, Maria do Céu Ramos, destacou a importância de unir as pessoas em torno da iniciativa.
“Um projeto aberto onde cultura e tecnologia são marcas centrais de modernidade, mas também de identidade.”
O especialista em tecnologia José Tribolet avaliou o cenário como uma chance clara de evolução para o polo local.
“Ponto de partida para uma nova capacidade competitiva da região e de todos os que fazem parte do seu projeto de futuro.”

