A Justiça Eleitoral brasileira atualizou as regras para o uso da internet nas campanhas políticas. As plataformas digitais e os candidatos precisam seguir limites rígidos para evitar a desinformação e garantir o equilíbrio nas eleições.
O Tribunal Superior Eleitoral definiu exigências claras para o uso de ferramentas digitais e inteligência artificial. As principais regras para a propaganda na internet envolvem pontos específicos de controle e transparência.
- Proibição do anonimato e aplicação de multas para quem divulga notícias falsas.
- Aviso obrigatório em conteúdos manipulados digitalmente ou criados por inteligência artificial.
- Impulsionamento pago restrito a candidatos e partidos sem ataques a adversários.
O pagamento para ampliar o alcance das publicações continua liberado apenas de forma transparente e com a identificação de quem financiou. A lei não permite que empresas ou eleitores comuns paguem por esse tipo de serviço nas redes sociais.
As grandes empresas de tecnologia também receberam mais responsabilidade no controle do ambiente digital. A Justiça determinou que plataformas como Meta e Google retirem conteúdos ilegais do ar após ordem judicial sob o risco de punição.
A propaganda eleitoral online só pode acontecer a partir do início oficial da campanha e com a identificação clara do responsável pela mensagem. A legislação busca proteger a integridade da votação e combater abusos na internet.

